Sementes responde
Perguntas que importam
Reunimos aqui o que as famílias mais querem saber antes de visitar a escola.
Falar com a escola →Alfabetizar é construir fundamentos antes de erguer paredes. Por isso, acompanhamos de perto o percurso de cada criança, observando como ela pensa, formula hipóteses e produz suas primeiras escritas para intervir no momento em que cada aprendizagem faz sentido. A leitura e a escrita nascem em situações reais — um bilhete, uma lista, um convite ou um checklist — porque é no uso que elas ganham significado. Mais do que decodificar palavras, formamos leitores e escritores capazes de compreender, interpretar, argumentar e produzir textos com autonomia. Porque tudo o que vem depois depende da solidez do que é construído no começo.
Primeiro vem o pensamento matemático: a noção de número, como o sistema decimal se organiza, o raciocínio lógico e o cálculo mental. A criança entende a lógica antes de aprender os algoritmos das contas armadas. Tudo parte de problemas reais, dos projetos e de jogos. Quando ela compreende como a matemática funciona, opera com segurança e não trava diante de uma conta que não decorou.
É uma escolha consciente. Na primeira infância, a criança precisa primeiro se constituir forte na própria língua: nomear o que sente, argumentar e se posicionar. Quando chega ao Ensino Fundamental com essa base consolidada, o inglês é introduzido de forma progressiva, começando com duas aulas semanais no 1º ano e ampliando sua presença ao longo do ciclo, com foco inicial na escuta e na oralidade. O idioma é vivido em situações autênticas de comunicação, conectado ao cotidiano das crianças e às experiências que ampliam sua compreensão de mundo.
A avaliação na Sementes acompanha o processo de aprendizagem, e não apenas os resultados. Ela é construída a partir da observação contínua: como a criança pensa, participa, interage, responde aos desafios e evolui ao longo do tempo. Nas reuniões pedagógicas, a equipe analisa esses percursos para planejar novas intervenções e ajustar as propostas às necessidades de cada criança. Por isso, trabalhamos com variantes didáticas, oferecendo diferentes níveis de desafio para ampliar ou apoiar a aprendizagem quando necessário. Nos três primeiros anos do Ensino Fundamental, as crianças também aprendem a realizar autoavaliações e avaliações colaborativas, desenvolvendo a capacidade de refletir sobre o próprio processo e contribuir com o grupo. No segundo ciclo do Fundamental I, introduzimos gradualmente o instrumento prova, ensinando não apenas o conteúdo, mas também como compreender esse formato de avaliação com segurança e tranquilidade.
A adaptação é feita por fases, respeitando o tempo da criança e da família. No começo, a família circula pela escola junto com a criança e conhece os professores e a rotina. Aos poucos vem o distanciamento visual, depois o físico, até a criança permanecer tranquila. A família constrói segurança no espaço antes de cada novo passo.
É um dos elos mais fortes da escola, especialmente na Educação Infantil. Temos reuniões semestrais em abril e setembro. Fora delas, qualquer coisa que fuja do dia a dia (uma queda, a recusa do lanche, uma mudança de comportamento) é avisada no mesmo dia. Somos parceiros na educação da criança: se a família percebe algo, vira missão da escola cuidar junto.
Nossa proposta pedagógica é construída a partir das contribuições de grandes pensadores da educação, da infância e do desenvolvimento humano, em constante diálogo com os avanços da neurociência sobre como o cérebro aprende e se desenvolve. Como são muitos os pesquisadores que ampliaram nossa compreensão sobre a aprendizagem, destacamos algumas referências que inspiram nossa prática: Jean Piaget, Lev Vygotsky, Emília Ferreiro, Ana Teberosky, Henri Wallon e Paulo Freire, que nos ajudam a compreender a aprendizagem como uma construção feita nas relações, nas experiências e na busca por significado.
Ampliamos esse olhar com Maria Montessori, a abordagem de Reggio Emilia — especialmente Loris Malaguzzi e Vea Vecchi — e autores que aprofundam temas como identidade, cultura e pertencimento, como bell hooks, Nilma Lino Gomes, Kabengele Munanga, Ailton Krenak e Daniel Munduruku.
Mais do que seguir uma única teoria, reunimos diferentes conhecimentos para construir uma educação fundamentada em pesquisas, sensível à infância e comprometida com o desenvolvimento integral de cada criança.
Atendemos do Maternal ao Fundamental. O Maternal recebe crianças a partir de 1 ano e 4 meses, segue para a Pré-escola e depois para o Fundamental, em período integral ou parcial.
A gente responde com o maior prazer.
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